
Civilizações antigas, mais conscientes e com outras possibilidades
O conhecimento, outrora oculto, se revela a cada dia
Reconheço lugares, coisas, rostos e não para as sincronicidades
Que em minhas epifanias já estavam latentes.
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Lemúria, Atlântida, continentes de alguma maneira esquecidos
Que podem ser relembrados por meio do despertar na consciência
Nossos ancestrais que já não estão mais perdidos
Voltando na memória, na consciência e no luar, nas estrelas.
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Triste daqueles sujeitos que não conseguem relembrar
Ou, escolhem deliberadamente, que não querem ver, sequer olhar
Triste ou sabido, reflito agora, pois uma vez visto, não se pode recuar.
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É caminho sem volta, labirinto sem retorno
O mistério dos rostos ainda me mobilizam
Será a conexão que eu preciso para avançar?
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Notas sobre o texto “Lemúria”: nesse texto descrevo algumas percepções, após imersão em estudos sobre os continentes antigos e o labirinto ancestral (abaixo).
Foram uma corrente de sincronicidades desde que comecei meus estudos sobre essas questões e, vez em quando, me bate uma vontade de colocar no papel essas elucubrações.

