
Existem destinos que começam no hotel, outros no primeiro passeio, mas Florianópolis começa no céu.
Quando o avião inicia a descida, algo muda dentro de você. A janela deixa de ser apenas um vidro e passa a ser um portal.
Lá embaixo, a ilha se revela como uma pintura viva. O mar desenha contornos em tons de azul e verde que parecem irreais.
As praias surgem como curvas perfeitas, abraçando a terra com delicadeza. E, no meio de tudo isso, lagoas, morros e pequenas vilas formam um mosaico que mistura natureza e vida.
É impossível não pensar: “Isso é Brasil mesmo?”
A chegada ao aeroporto já carrega uma energia diferente. O vento tem outro cheiro, o ar parece mais leve, e a luz. É como se a ilha dissesse, logo no primeiro instante:
“Aqui você não veio só visitar… veio sentir.”
E talvez seja exatamente isso que faz de Florianópolis um lugar tão especial.



Canasvieiras: onde o encanto vira memória
Eu fiquei e continuo encantada com a Praia de Canasvieiras.
O mar é calmo, quase sem ondas, como um abraço. A água morna convida a entrar e ficar. A paisagem é leve, tranquila… daquelas que fazem o tempo desacelerar.
Mas o mais bonito não é só o cenário.É a sensação.
Canasvieiras não é uma praia que impressiona, é uma praia que acalma.
Canasvieiras: onde o encanto vira memória
Eu fiquei e continuo encantada com a Praia de Canasvieiras.
O mar é calmo, quase sem ondas, como um abraço. A água morna convida a entrar e ficar. A paisagem é leve, tranquila… daquelas que fazem o tempo desacelerar.
Mas o mais bonito não é só o cenário.É a sensação.
Canasvieiras não é uma praia que impressiona, é uma praia que acalma.



Costão do Santinho: onde a natureza encontra a alma
O Costão do Santinho não é só um lugar, é uma experiência que te envolve por inteiro. Entre o mar e a montanha, você descobre o verdadeiro significado de equilíbrio.
Cada trilha é um convite à contemplação e a se encontrar consigo mesmo. O som das ondas ali não é barulho, é terapia.
A natureza não está ao redor, ela está dentro de você. O pôr do sol no Costão não encerra o dia, ele renova a alma. Entre pedras, história e mar, o tempo parece respeitar outro ritmo.
Ali, o luxo não está só na estrutura, está na energia do lugar. Um lugar não para explicar, só sentir. Quem passa por lá leva mais do que fotos, leva paz.




Itaguaçu: onde o mar conta histórias
Itaguaçu não é só uma praia, é um mistério à beira-mar.
As pedras parecem guardar histórias que o tempo não conseguiu apagar. O mar ali não grita, ele sussurra segredos. Cada onda que toca as rochas parece contar uma lenda antiga.
Itaguaçu é silêncio, energia e contemplação. Um lugar onde a natureza vira poesia.
Dizem que ali existem histórias de bruxas e talvez existam mesmo. O pôr do sol em Itaguaçu não se vê, se sente. Entre pedras e mar, o invisível parece mais próximo.




Outras praias e lugares imperdíveis de Florianópolis que me indicaram e não consegui visitar dessa vez:
Praia da Joaquina: Famosa pelas dunas e pelo surf, a Joaquina mistura natureza bruta com energia esportiva. É o tipo de lugar onde o vento conta histórias e a areia vira diversão.
Praia Mole: Jovem, vibrante e cheia de personalidade. Ondas fortes, gente bonita e uma atmosfera descontraída que pulsa do amanhecer ao pôr do sol.
Lagoinha do Leste: Selvagem e preservada, acessível apenas por trilha ou barco. É um refúgio para quem busca silêncio, natureza pura e uma experiência quase espiritual.
Santo Antônio de Lisboa: Um mergulho na história açoriana, com casinhas coloridas e restaurantes à beira-mar. O pôr do sol aqui é um espetáculo à parte.
Ribeirão da Ilha: Tradição, cultura e gastronomia. É o lugar ideal para provar ostras frescas e sentir a essência mais autêntica da ilha.
Praia do Campeche: Extensa, com mar forte e vista para a Ilha do Campeche — um dos cenários mais paradisíacos da região.
Jurerê Internacional: Elegância, beach clubs e mar calmo. Um lado mais sofisticado de Florianópolis, perfeito para quem busca conforto e estrutura.
Dicas de deslocamento
Florianópolis é uma ilha grande, e isso muda tudo, aluguei carro logo que cheguei.
Carro é quase essencial: facilita muito para explorar praias distantes e mirantes, apps de transporte podem ser a solução, mas podem ser limitados em regiões mais isoladas. Me contaram que tem muito trânsito no verão e escolha bem o local onde vai ficar de acordo com o perfil de sua viagem (agito, natureza, gastronomia), assim pode reduzir deslocamentos. Lembre-se:
“A ilha é linda… mas não é pequena. E quem tem um carro, tem liberdade.”
Melhores épocas para visitar

Depois de perguntar por aqui, descobri que devo voltar nessas épocas:
Dezembro a março (verão), alta temporada, praias cheias, clima vibrante, festas e muito movimento.
Abril a junho (outono), clima mais ameno, menos turistas, excelente para curtir com calma.
Julho a agosto (inverno), mais frio, mas perfeito para gastronomia, cultura e contemplação.
Setembro a novembro (primavera) equilíbrio ideal: clima agradável + menos lotação.
Logo a ilha pode ser visitada sempre, mas me disseram que o melhor custo-benefício é em março, abril, outubro e novembro, menos gente e custos menores
Como chegar
- Aeroporto: Aeroporto Internacional de Florianópolis Hercílio Luz, recebe voos diretos das principais capitais do Brasil.
- De carro e ônibus: Acesso pela BR-101, com ligação direta à ilha.
Fica a dica
Florianópolis não é apenas um destino, é um estado de espírito, eu fui a uma Convenção e amei!
Cada praia tem sua alma, cada canto tem sua história, e cada caminho revela um novo encanto. E talvez seja isso que mais marcou, visitei apenas alguns lugares e me senti parte da ilha.
E quem conhece, sempre quer voltar.

Retiro das Bruxas – Evento Abril 2026
E no meio de tanta beleza, Floripa ainda guardava uma experiência especial.
Eu fui para o Retiro das Bruxas, conduzido por Fernanda Kepler, agora em abril de 2026. E não foi só um encontro, foi uma vivência.
Um tempo de pausa, de conexão, de olhar para dentro com leveza e verdade. Entre natureza, energia e trocas sinceras, encontrei algo que não se explica totalmente, mas se sente.
Sai mais leve, mais conectada e com aquele brilho de quem viveu algo que faz sentido.
Porque às vezes, viajar não é só conhecer lugares. É se reencontrar.




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