Skip to content

Encante-se com Ziguratz

Você já ouviu falar que quem vai uma vez, volta?

Pois é, foi o que aconteceu comigo. 

Fui a Ziguratz no município de Corguinho, e logo quis voltar.

Em uma primeira visita você se deslumbra com todas as suas casas redondas de teto abobadado, vê que existem muitas coisas para pesquisar, mas não dá tempo, as horas passam rápido demais e quando você menos espera já está na estrada e se perguntando: o que eu deixei de ver, e principalmente, de saber?

São 80 Km de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, até Rochedo e depois, quase 40 Km de estrada de terra até Ziguratz, no Município de Corguinho.

Para ir ao Complexo Turístico do Ecossistema Dakila, você faz uma reserva na Pousada Pegasus (67 99923-4721) e já agenda visita para conhecer o Monumento Escalonado, o CTZ, Centro Tecnológico Ziguratz e o Observatório Astronômico, o 1º e único do estado 

(e-mail agendamento@ctzbrasil.com).

Ziguratz

Ziguratz, um grande condomínio particular, é uma cidade em construção, mas já se pode ver que será bem diferente das atuais que conhecemos. 

Não que nunca tenham existido, pelo contrário, muitas culturas ao redor do mundo, há milênios já se utilizavam de casas circulares. 

Ainda se pode ver na Capadócia, Turquia, as chamadas “Chaminés das Fadas” pelo seu formato Cônico. Os índios, tanto os norte-americanos como os próprios índios brasileiros usavam e ainda hoje vivem nesse tipo de habitação.

Ziguratz pode ser considerada exótica com suas casas redondas de coberturas cônicas e brilhantes ao sol parecendo pérolas, daí ser chamada pelos seus moradores de a “Pérola do Universo”; com um Monumento Escalonado, que só existiram na antiguidade; um Centro Tecnológico atualíssimo e de quebra o 1° Observatório Astronômico do Estado, aliás, um mega observatório.

Suas casas tipo iglu, em forma circular, considerada a mais perfeita dentro das leis físicas na terceira dimensão, que não usam madeiras nem telhados, são feitas com uma tecnologia para resistir a grandes cismas da natureza como terremotos, vendavais etc. e creia, essas possíveis ocorrências podem ser previstas com um ou dois dias de antecedência como dizem os cientistas do Observatório ali construído.

A água, elemento precioso, alcalina, que favorece a boa saúde de seus habitantes, vem de uma grande profundidade, através de poços artesianos e distribuída para todas as casas. Ali está o Aquífero de Aquidauana, bem próximo do Aquífero Guarani. 

A eletricidade também é instalada em todas as casas, onde cada uma tem seu próprio relógio para marcar o consumo e o esgoto é feito através de fossas, com bananeiras plantadas em um sistema moderno de se evitar os despejos em rios ou a necessidade de tratamento, já que ajuda no próprio meio ambiente.

Além das muitas casas, da pousada, da lanchonete e da horta comunitária, também existe projeto de um Camping e de um hotel, pois é grande a procura de pessoas querendo conhecer Ziguratz e tudo o que ela tem para mostrar ao mundo.

A arquitetura dessa nova cidade pode ser considerada futurista, exótica, e o que mais lhe vier à cabeça, mas uma coisa é certa: causará um grande impacto quando for mostrada ao Brasil a sua estrutura de como viver em um lugar auto sustentável, que não causa dano ambiental, com conforto e segurança, onde seus habitantes vivem como irmãos, se ajudando uns aos outros, em uma verdadeira comunidade, suas belas trilhas, riachos com pequenas quedas de água cristalina, platôs, paredões e rodeada por uma deslumbrante paisagem tendo em destaque o Morro da Boa Sorte, ou Morro do Rankstar.

Bônus Dourado Digital

Em Ziguratz, praticamente não circula dinheiro, isto é, a forma de pagamento e recebimento dos seus moradores e fornecedores é quase que exclusivamente o dinheiro criado por Dakila Pesquisas.

Primeiramente, foi lançada na cidade e região uma moeda física, de papel, chamada Dourado, com o intuito de movimentar a economia local, facilitar as transações financeiras e depois foi acrescida da criptomoeda chamada BDM, Bônus Dourado Mercantil.

Essa tecnologia foi desenvolvida pelo CTZ, Centro Tecnológico Ziguratz, após muitos estudos para a concretização da ideia de uma blockchain brasileira, totalmente nacional, independente de bancos, que fosse lastreada, tivesse endereço e CNPJ para toda a garantia dos seus usuários e investidores.

O BDM hoje tem seu espaço físico em Campo Grande, Mato Grasso do Sul, mas pode ser acessado através do aplicativo BDM. 

Esse tipo de moeda já está circulando em várias cidades do Brasil e algumas no exterior e vem se valorizando muito a cada dia.

Brevemente, será lançado o Real Digital, o Dólar Digital e o Euro Digital para facilitar ainda mais as transações financeiras em todo o mundo e ainda várias formas de investimentos em criptomoedas.

CTZ – Centro Tecnológico Ziguratz

O CTZ teve seu início a partir de 1996/97, com um grupo de pessoas voltadas para as pesquisas científicas, tendo em seu comando Urandir Fernandes de Oliveira, hoje o Presidente do Ecossistema Dakila do qual o CTZ, o Observatório Astronômico e o Monumento Escalonado fazem parte.

Esse pequeno grupo contou também com a participação de João Castelo Branco e seu filho Felipe, o Cientista Político que me recebeu no CTZ e passou todas essas informações, assim como de Vera Tolentino, participante ativa na montagem da cúpula do Observatório Astronômico, construído ali concomitantemente, enquanto que o Presidente de Dakila, Urandir Fernandes de Oliveira, estava empenhado na montagem do imenso telescópio, todo robotizado e construído artesanalmente, sob medida e seguindo as orientações dos chamados “Parceiros”, ou dos seres das 49 raças sob a tônica “Busquem Conhecimento”.

A 1ª pesquisa do grupo tecnológico, tendo 9 pessoas de várias áreas do conhecimento, com Urandir Fernandes à frente, foi sobre as anomalias em Júpiter, que contou também com orientações do Astrônomo e Professor da UFMG, Árjuna Casteli Panzera, autor do livro Plantas e Estrelas – Um guia prático de carta celeste que em 2012 já estava m sua 3ª edição.

Em 2010, tiveram início diversas pesquisas e expedições para vários lugar e países, culminando com o documentário Terra Convexa, onde mostra a comprovação de que a Terra não é redonda e sim, plana nas águas e suave convexidade nos continentes.

Esse documentário foi exibido em 2018 em vários cinemas do Brasil e de alguns outros países, traduzido para 10 idiomas, tema esse bastante controverso até os dias atuais.

Monumento escalonado

Uma construção que logo chama a atenção de quem chega em Ziguratz é o Monumento Escalonado, uma pirâmide feita em degraus, ou arestas, como várias existentes pelo mundo afora, mas que ao invés de servirem somente como sarcófagos, como se supõe era feito na antiguidade, é sim um grande concentrador ou catalizador de energias.

Nos três pisos internos são feitas algumas atividades, explicadas pelos instrutores aos visitantes, também com hora marcada para grupos pequenos, já que o monumento é de tamanho reduzido, (12 metros de comprimento, largura e altura) e isso enquanto o grande Monumento Escalonado está sendo construído.

E já se pode ver logo abaixo deste, essa obra, tendo a base de 63 por 63 metros de altura, e 9 metros de profundidade, construção essa milimetricamente calculada para produzir determinado resultado e que será um grande legado às futuras gerações, dito pelo Presidente de Dakila Pesquisas, Urandir Fernandes de Oliveira.

A base dessa Pirâmide ou Monumento Escalonado está pronta e se você ficar lá por alguns minutos já poderá obter benefícios das energias ali emitidas. Essas energias serão irradiadas a partir dos próximos pisos com suas arestas para melhor dispersão das mesmas.

Esse Centro Cultural de grande porte terá um complexo de salas comerciais e temáticas, biblioteca, museu, cinema e centro de convenções.

O local, como um grande Gerador Quântico, possibilitará o desenvolvimento de pesquisas e a realização de estudos avançados como o da Energia Taquiônica (3 hertz), por exemplo, encontradas em todas as edificações escalonas utilizadas pelas civilizações antigas, com o respaldo do CTZ.

Ratanabá

De tudo o que lá vi e ouvi, o que mais me impressionou foi saber sobre Ratanabá, cujo nome significa “Dos Reinos para o Mundo”.

Ela é considerada a 1ª Capital do Mundo, com seus mais de 250 milhões de anos, ou a 1ª Capital da Civilização Muril, a primeira que chegou ao primeiro anel, de nove anéis não concêntricos chamado Sistema Terra.

Ratanabá, citada como o “Eldorado”, a “Cidade Perdida”, lembrada como a cidade em que o Arqueólogo Coronel Percy Fawcett sumiu no início do século XX, está na Amazônia, enterrada pela lama há mais de 12 metros de profundidade.

Sobreviveu aos inúmeros dilúvios e cataclismos permanecendo intacta com seus túneis e galerias subterrâneas que levam aos quatro cantos do mundo.

Pesquisadores de Dakila fizeram duas grandes expedições e encontraram, em 2003, a primeira demarcação dos Murils, o Marco Zero no Brasil, centro da América do Sul, na Serra da Muralha.

Em uma dessas expedições, chegaram ao “Forte da Beira”, forte português construído, segundo Felipe Castelo Branco, em cima de uma Base Muril, uma fortaleza em forma de estrela, que ainda segundo ele, não é nem forte nem fortaleza e sim uma antiguíssima base Muril, que tem em seu interior inúmeras galerias subterrâneas.

Felipe Castelo Branco – Pesquisador e cientista político

No “Forte da Beira”, que entraram com a ajuda do Exército Brasileiro, acharam e registraram em filmes e fotos centenas de artefatos ultras sofisticados, alguns de ouro maciço, recolhidos deles pelo IPHAN e que eles não sabem onde estão e nem quando e em que local serão mostrados ao público.

O “Forte da Beira” era um pequeno satélite de Ratanabá, e aí, você já pode imaginar o todo?

Pense nos artefatos e nas construções escalonadas, nas máquinas quânticas ainda funcionando, nas armas poderosas de tecnologia bioplasmáticas, nos veículos voadores de altíssima velocidade! 

E tudo isso prestes a ser apresentado ao mundo. Será o maior marco da nossa história, dizem veementemente o Presidente de Dakila Pesquisas Urandir Fernandes Oliveira e o Cientista Político Felipe Castelo Branco.

E aí, se encantou como eu? Então, o que está esperando, bora lá conhecer Ziguratz!