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Profissionais da criação precisam de liberdade

“Não me coloque cabresto”

Três definições antes de começar:

Criação – Normalmente é usado para a criação do ser humano, ou a criação de seres vivos e “implica alimentar, cuidar e educar o novo indivíduo ou espécime. Uma criação necessita do apoio material e emocional dos adultos para sobreviver e desenvolver todo o seu potencial”. (https://conceito.de/ )

Logo a adaptação do substantivo para a criação artística é perfeita, pois os produtos da arte precisam ser cuidados, precisam ser desenvolvidos, enfim, é um processo gradativo, acompanhado, cuidadoso e que gera frutos. 

Liberdade “é um conceito abstrato difícil de definir. A noção costuma estar associada à faculdade do ser humano que lhe permite levar a cabo uma ação de acordo com a sua própria vontade.” (https://conceito.de/)

Pôr Do Sol, Praia, Silhuetas, Pular

Cabresto deriva do latim capistrum, que pode ser traduzido como “mordaça” ou “freio”.

Sou professor de gente grande…

Sou autor para toda gente…

Gosto de criar, para isso preciso de liberdade…

Liberdade de criação…

Quando alguém me impõe limites,

eu perco a originalidade,

aquela estrela que quem cria tem,

perde o brilho.

Colocar cabresto nos profissionais da criação

é limitar seu universo de atuação.

Esse meu texto não vai para quem coloca e, sim, para quem recebe limites!

Olho, Criativo, Galáxia, Colagem, Flores

Profissionais de arte e criação, precisam entender como trabalhar a liberdade, sem sentir a existência dos limites.

Nosso assunto aqui é com esse pessoal criativo.

Trabalhar no marketing, nas artes, nas redes sociais depende muito de nossa criatividade, por isso as reuniões de brainstorming, os exercícios de rabiscar, as fotos tiradas sem foco, as telas em branco nos pedindo para serem preenchidas são fundamentais.

Mas temos limites estipulados por:

  • Tempo
  • Espaço
  • Regras
  • Padrões
  • Cores
  • Produtos
  • Clientes
  • Formas

Como criar sem sentir esse “cabresto”?

Não vendo nesses limites, limites para nossa criação…

Quem cria gosta de “sair do quadrado”, eu seria mais ousado, gostamos de ir ao infinito e voltar na hora que quisermos.

Mas trabalhar e estudar são atos sociais, isto é, não são aspectos do homem indivíduo e sim do homem social, logo são criados dentro de “limites”.

Sugestão de um criador para outros, dica de alguém que já se incomodou muito com as frases:

“Não foi isso que pedi”

“Essa não é a cor exata que eu escolhi”

“Isso não corresponde ao que idealizei”

“Não gosto, não é a minha cara”

“Eu não gosto”

“Eu não pago esse valor por isso…”

Enfim, aqueles inúmeros “nãos” típicos de quem precisa falar conosco.

Truques ou dicas

Mas eu aprendi dois truques muito bons e vou dividir com você:

  1. Não entenda as limitações da proposta como limitadores da sua criação, mas como concentração de esforços para evitar os famosos “nãos”. 

Como um ponto que pode me levar ao sucesso. 

Se mesmo assim se sentir incomodado, faça uma criação livre em paralelo a demanda ou produto para ser entregue ao demandante. 

Faça uma criação só para você, sem limite algum, liberte sua alma de criação, se quiser não mostre, se quiser mostre, mas sinta o prazer da realização pessoal sempre!

  1. Não entenda os “nãos” como aborrecidos e que te obrigam a refazer algo, trate como oportunidade de fazer uma nova arte, uma nova criação, tire a dor do “não” pelo sabor de uma nova realização.

Essas minhas dicas me fizeram descobrir alegria onde antes só havia decepção e dor. 

Esse meu jeito descontraído de trabalhar os limites me fez esquecer os traços da depressão, por não fazer como eu queria fazer. 

A liberdade está na nossa mente e os limites impostos pelo ser social podem ser vencidos com criatividade, leveza e amor próprio.

Fica a dica…

Até a próxima…