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Profissionais da criação precisam de liberdade: “Não me coloque cabresto!”

Liberdade na Criação: Dicas para Profissionais Criativos

Antes de começarmos, vamos definir alguns conceitos-chave:

  1. Criação: O termo “criação” remete tanto ao processo de formação de seres vivos quanto ao desenvolvimento de uma obra artística. Assim como seres vivos, criações artísticas precisam de cuidado, dedicação e desenvolvimento gradual para que alcancem seu potencial.
  2. Liberdade: Trata-se de uma ideia abstrata, associada à capacidade humana de agir de acordo com a própria vontade. Para a criatividade, essa liberdade é essencial, mas nem sempre ilimitada.
  3. Cabresto: Derivado do latim capistrum, significa algo que impõe limites ou controla. (referencia dos textos (https://conceito.de/ ))

Sou professor de gente grande e autor para todos. Gosto de criar e, para isso, preciso de liberdade — liberdade de criação.

Quando limites são impostos, perco a originalidade e o brilho que dá vida às minhas ideias. Colocar cabresto nos profissionais da criação é limitar seu universo de atuação.

Mas este texto não é para quem impõe limites, e sim para quem os recebe! É para você, profissional criativo, que precisa aprender a manejar a liberdade, mesmo dentro de um espaço delimitado. Trabalhar em marketing, artes, ou redes sociais exige criatividade, e por isso, valorize:

  • as reuniões de brainstorming,
  • os esboços sem compromisso,
  • as fotos espontâneas e imperfeitas.

Esses processos alimentam o ato de criar e preencher a tela em branco.

No entanto, enfrentamos limitações, como:

  • Tempo
  • Espaço
  • Regras
  • Padrões
  • Cores
  • Produtos
  • Clientes
  • Formas

Como criar sem sentir esses “cabrestos”?

Vejo essas restrições não como barreiras, mas como marcos que podem intensificar a criação.

Afinal, quem cria gosta de “sair do quadrado”. Eu diria até mais: gostamos de explorar o infinito e voltar quando quisermos.

Mas trabalhar e estudar são atos sociais, realizados em um contexto compartilhado e, portanto, sujeitos a limites.

Aqui estão dois conselhos de quem já lidou com muitos “nãos” típicos de quem depende de aprovação criativa:

  1. Transforme as Limitações em Aliadas
    Em vez de ver as limitações como restrições, encare-as como guias que orientam e fortalecem o resultado final. Se você se sentir pressionado, crie em paralelo uma versão sem limites, só para você. Faça dessa criação um prazer pessoal, sem compromisso com ninguém, e sinta a satisfação da liberdade criativa.
  2. Encare os “Nãos” como Oportunidades
    Em vez de ver os “nãos” como motivos de frustração, trate-os como chances de fazer algo novo. Cada ajuste é uma nova expressão de arte. Essa atitude me trouxe alegria onde antes só havia decepção. Com esse olhar, superei a tristeza de não criar exatamente como queria.

A liberdade está em nossa mente. Com criatividade, leveza e amor próprio, conseguimos superar os limites que o mundo nos impõe.

Fica a dica…

Se quiser leia o texto original: