
Vivemos em uma era onde os 60 anos não representam mais um ponto final, mas um novo parágrafo na nossa história.
Somos a geração que viu o telefone fixo dar lugar ao celular que cabe no bolso. Que trocou a máquina de calcular pelo computador e, agora, pela Inteligência Artificial. Fomos de enciclopédias pesadas às buscas instantâneas no Google, e ainda assim continuamos inquietos, querendo ver o que vem depois. Porque no fundo, nos sentimos jovens demais para parar.
E eu, Cosmo Fuzaro, que nasci no papel e fui para o digital, que vivi entre o palco, a música e a administração, hoje percebo: estou tão ansioso para fazer 60 quanto um adolescente ao completar 18.
Talvez porque agora venha uma adolescência diferente.
Uma adolescência com maturidade, com história, com vivências e experiências que me dão base para voar sem medo.
Uma adolescência com história, mas com sede de futuro
Quando tínhamos 18, buscávamos liberdade.
Aos 60, buscamos sentido.
E a liberdade agora é interna: podemos amar sem medo do julgamento, mudar de carreira, dançar em festas, viajar pelo mundo e começar novos projetos.
Sou um homem múltiplo: empreendedor por profissão, artista por essência, buscador espiritual por necessidade da alma.
Carrego comigo o peso leve de quem já chorou e sorriu muito — e isso me dá coragem para continuar reinventando a vida.
Quero, aos 60, manter vivo o menino curioso que questiona o mundo, o artista que se emociona com uma partitura inacabada e o estrategista que ainda ama desenhar o futuro das empresas e das pessoas.
Aberto ao amor, às amizades e ao novo
Quero viver rodeado de amigos, de amores sinceros, de festas que celebrem a vida e não apenas o calendário.
Quero viajar, rir alto, dançar sem medo de parecer ridículo e me apaixonar mais uma vez, ou muitas.
E agora vou apelar a minhas três grandes referências quando o assunto é amor:
Como diria Fernando Pessoa: “Tudo vale a pena quando a alma não é pequena.”
Como me lembraria o nosso poeta, Vinicius de Moraes:
“A vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida.”
e finalmente o mestre Chico Buarque: “Apesar de você, amanhã há de ser outro dia.”
Levo esses três e tantos outros na bagagem do coração.
Porque a vida só faz sentido quando amamos.
Seja o amor romântico,
seja o amor pela arte,
pelos amigos,
pelas causas que defendemos ou
pelo próximo desconhecido que cruza nosso caminho.
Um convite do hoje e do amanhã
Se você, assim como eu, está chegando aos 60, ou já passou por eles, ou ainda vai chegar lá, te convido a um novo olhar:
-Que tal viver essa década como sua melhor adolescência? Sem as inseguranças de antes, mas com toda a intensidade de quem quer mais da vida.
E que venham as novas tecnologias, os novos amores, os novos amigos e as novas viagens.
Porque, no fim, a idade cronológica é só um número.
O que conta mesmo é a idade do nosso coração.
Cosmo Fuzaro, aos 60, ainda começando.
Vivemos em uma era onde os 60 anos não representam mais um ponto final, mas um novo parágrafo na nossa história.
Somos a geração que viu o telefone fixo dar lugar ao celular que cabe no bolso. Que trocou a máquina de calcular pelo computador e, agora, pela Inteligência Artificial. Fomos de enciclopédias pesadas às buscas instantâneas no Google, e ainda assim continuamos inquietos, querendo ver o que vem depois. Porque no fundo, nos sentimos jovens demais para parar.
E eu, Cosmo Fuzaro, que nasci no papel e fui para o digital, que vivi entre o palco, a música e a administração, hoje percebo: estou tão ansioso para fazer 60 quanto um adolescente ao completar 18.
Talvez porque agora venha uma adolescência diferente.
Uma adolescência com maturidade, com história, com vivências e experiências que me dão base para voar sem medo.
Uma adolescência com história, mas com sede de futuro
Quando tínhamos 18, buscávamos liberdade.
Aos 60, buscamos sentido.
E a liberdade agora é interna: podemos amar sem medo do julgamento, mudar de carreira, dançar em festas, viajar pelo mundo e começar novos projetos.
Sou um homem múltiplo: empreendedor por profissão, artista por essência, buscador espiritual por necessidade da alma.
Carrego comigo o peso leve de quem já chorou e sorriu muito — e isso me dá coragem para continuar reinventando a vida.
Quero, aos 60, manter vivo o menino curioso que questiona o mundo, o artista que se emociona com uma partitura inacabada e o estrategista que ainda ama desenhar o futuro das empresas e das pessoas.
Aberto ao amor, às amizades e ao novo
Quero viver rodeado de amigos, de amores sinceros, de festas que celebrem a vida e não apenas o calendário.
Quero viajar, rir alto, dançar sem medo de parecer ridículo e me apaixonar mais uma vez — ou muitas.
E agora vou apelar a minhas três grandes referências quando o assunto é amor:
Como diria Fernando Pessoa:
“Tudo vale a pena quando a alma não é pequena.”
Como me lembraria o nosso poeta, Vinicius de Moraes: “A vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida.”
e finalmente o mestre Chico Buarque: “Apesar de você, amanhã há de ser outro dia.”
Levo esses três e tantos outros na bagagem do coração.
Porque a vida só faz sentido quando amamos.
- Seja o amor romântico,
- seja o amor pela arte,
- pelos amigos,
- pelas causas que defendemos ou
- pelo próximo desconhecido que cruza nosso caminho.
Um convite do hoje e do amanhã
Se você, assim como eu, está chegando aos 60, ou já passou por eles, ou ainda vai chegar lá, te convido a um novo olhar:
-Que tal viver essa década como sua melhor adolescência? Sem as inseguranças de antes, mas com toda a intensidade de quem quer mais da vida.
E que venham as novas tecnologias, os novos amores, os novos amigos e as novas viagens.
Porque, no fim, a idade cronológica é só um número.
O que conta mesmo é a idade do nosso coração.
Cosmo Fuzaro, aos 60, ainda começando.
Poesia. poema, ou como quiser chamar:
Vim para ser feliz e para fazer feliz,
vim para amar e ser amado,
vim para sorrir vendo uma estrela
e chorar de saudade.
Vim para dançar todas as músicas,
cantar e tocar os sons da alma.
Vim porque queria beijar na boca,
mas com sabor de paixão,
às vezes ingênua, às vezes louca!
Vim para conhecer gente,
correr pelado pela praia,
deitar no mato e sentir o cheiro do capim molhado.
Vivi para ser e não para ter,
pois o que sou levo comigo sempre!
Vim para respeitar e me fazer respeitar.
Tive medo, sofri calado, menti para mim mesmo,
mas hoje me sinto livre:
grito tudo que penso e não quero mais mentiras!
Enfim, sou encontro de lua e sol,
sou o infinito de uma gota de mar,
um grão de areia, um som de batuque e uma luz de vela.
Sou sal e mel,
sou simplesmente… EU.

