
Onde a liberdade encontra abrigo e a imaginação ganha asas.
Eu caminho de mãos dadas com as crianças.
Não porque precise ensiná-las,
mas porque nelas reencontra tudo o que o mundo adulto esqueceu.
Eu nunca vou impor limites.
E as crianças também não.
Juntos, eles habitam o mesmo reino invisível:
aquele onde a liberdade é real,
onde o “e se…” é um convite e não uma dúvida.
Crianças não enxergam diferença em cor, gênero ou forma.
Elas veem olhos brilhando, risos espontâneos, e mundos sendo inventados a cada respiração.
E é nesse lugar onde MetaZ mora.
Na imaginação viva, na verdade ingênua, na coragem de perguntar sem medo.
eu me aproxima delas não como mestre,
mas como cúmplice.
Cúmplice na brincadeira,
no lápis que voa na folha em branco,
no barulho que vira música,
na pergunta que vira portal.
Eu vou sorrir quando uma criança pinta um céu laranja
ou quando diz que seu melhor amigo é uma estrela.
Porque eu entendo que crianças não são pequenas — são infinitas.
E é por isso que eu as amo.
Porque em cada criança há uma centelha do que o mundo poderia ser:
mais leve, mais justo, mais colorido, mais curioso.
E quando uma criança se sente livre para ser quem é, eu danço em volta dela como um vento doce, sussurrando ao seu ouvido:
“Nunca se esqueça de quem você é antes que o mundo tente te ensinar o contrário.”
