
Você, pequeno empreendedor, quantas vezes você abriu sua rede social e se deparou com as seguintes frases:
– Separe as finanças pessoais das finanças da sua empresa.
– Tenha atenção ao fluxo de caixa.
– Faça projeções a longo prazo (como se fosse fácil num país instável!!!)
Conversando com um amigo (que também é da áreas de finanças), quantos problemas poderiam ser resolvidos se o empreendedorismo fosse base curricular da escola?
Se o jovem com um pé na faculdade já tivesse os conceitos básicos de empreendedorismo, como noções de vendas, finanças, marketing, seria perfeito.
Quem disse que um médico, engenheiro, arquiteto não é um empreendedor?
O mais triste é saber que os formandos saem da faculdade, dominam uma especialidade e vão trabalhar pelo regime de CLT e, mais para frente, descobrem que pode empreender.
Quando eu paro para ouvir as pessoas nos networkings da vida, escuto boas ideias de negócios, mas também tenho visto muito empreendedor “multitarefas”, aquele que quer ser ao mesmo tempo gerente de finanças, marketing, vendas e esquece a sua atividade principal: entregar o seu produto ou serviço na excelência.
Você realmente acredita que um negócio desse vai dar certo?
Pense comigo: qual é a chance de você atingir o sucesso cobrando o escanteio e indo cabecear?
Você é o reflexo do que foi na escola e, com certeza, será no seu empreendimento.
Você pode ser média 7 em química e média 3 em matemática, não que você seja um mal aluno em matemática, você tem tendências a aprender mais rápido aquilo que gosta.
E assim, como na vida, na hora que você for empreender, será também assim, você será um vendedor 7 e um marketing 3, vai estar em desequilíbrio.
Só que na escola, você tem um recurso especial, o professor, certo?
No empreendedorismo, isso não acontece, tirou nota vermelha é bomba na certa, em alguns casos uma assessoria (professor), no momento certo, possa te ajudar.
Essa confusão é um dos motivos que as pessoas desistem de empreender.
As estatísticas mostram que a taxa de mortalidade de microempresas gira em torno de 5 anos.
A falta de uma base, que a meu ver, poderia vir da escola, poderia contribuir bastante para mudar esta estatística tão dolorosa.
Mais informações nos links abaixo:
Educação Financeira para crianças e jovens vira disciplina escolar
Tendências e desafios no RH na educação infantil
