
Eu sou curioso por natureza e venho acompanhando muito os trabalhos informais de muitos profissionais ligados a saúde, benzedeiras, terapeutas, enfermeiros, médicos, integrativos.
Alguns nomes de plantas começam a aparecer com mais frequência e são sempre relacionados aos benefícios trazidos. Muitos deles povoam a mídia, pois se tornaram populares. ,
Por isso, pedi ao chatgpt que nos trouxesse alguns dados dessas plantas, tanto da utilidade comprovada pela ciência, quanto pelo lado mais ligado a povos originários e benzimentos, espero que gostem.
A ideia é trazer num texto, a título de curiosidade, o conhecimento científico e o informal juntos.
A cada planta traremos uma reportagem falando de suas propriedades!
1. Jambu
Nome científico: Acmella oleracea
Origem: Amazônia.
Utilidades principais: Anestésico natural e afrodisíaco.
Visão científica: Contém espilantol, substância que age como analgésico local e relaxante muscular.
Sabedoria tradicional: Usado por parteiras em banhos pós-parto e por curadores para aliviar dores de dente.
Formatos de uso: Tintura, óleo, extrato, pastas bucais.
2. Cupuaçu
Nome científico: Theobroma grandiflorum
Origem: Floresta Amazônica.
Utilidades principais: Hidratante natural, antioxidante, energético suave.
Visão científica: Rico em polifenóis e vitaminas, o cupuaçu melhora a elasticidade da pele e combate o envelhecimento precoce.
Sabedoria tradicional: Povos amazônicos usam a polpa em máscaras corporais, e o óleo da semente como pomada cicatrizante.
Formatos de uso: Cremes, manteiga vegetal, sucos energéticos, sabonetes artesanais.
https://www.estadao.com.br/paladar/cupuacu-fruta-prima-do-cacau-que-contem-diversos-beneficios
3. Baru
Nome científico: Dipteryx alata
Origem: Cerrado brasileiro.
Utilidades principais: Fonte de proteína, ômega 9 e antioxidantes.
Visão científica: Ajuda a reduzir o colesterol e a prevenir doenças cardiovasculares.
Sabedoria tradicional: Usado por curandeiros do cerrado em pó de semente misturado com mel para força e libido.
Formatos de uso: Farinha da castanha, óleo prensado, comprimidos de suplemento.
4. Ora-pro-nóbis
Nome científico: Pereskia aculeata
Origem: Minas Gerais e regiões de Mata Atlântica.
Utilidades principais: Alta fonte de proteína vegetal, rica em fibras e ferro.
Visão científica: Auxilia na digestão, na imunidade e na prevenção da anemia.
Sabedoria tradicional: Benzedeiras usam a planta em ensopados medicinais, e folhas frescas em compressas para feridas.
Formatos de uso: Folha in natura, desidratada, farinha proteica.
Foto: Mirian Goulart Nogueira | Shutterstock / Portal EdiCase
5. Aroeira (pimenta-rosa)
Nome científico: Schinus terebinthifolius
Origem: Mata Atlântica.
Utilidades principais: Antibiótica, anti-inflamatória e cicatrizante.
Visão científica: Estudada por sua ação contra Staphylococcus aureus e outras bactérias resistentes.
Sabedoria tradicional: Utilizada em banhos de purificação e compressas ginecológicas pelas parteiras.
Formatos de uso: Chá das folhas, óleo da casca, pomadas naturais.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Aroeira
6. Unha-de-gato
Nome científico: Uncaria tomentosa
Origem: Amazônia e regiões tropicais do Brasil.
Utilidades principais: Imunoestimulante e anti-inflamatória.
Visão científica: Pesquisada por sua atuação no tratamento de artrite, câncer e HIV.
Sabedoria tradicional: Usada por povos indígenas em decoctos de casca para fortalecer o “corpo espírito”.
Formatos de uso: Chá, cápsulas concentradas, extrato fitoterápico.
7. Melaleuca (Tea Tree)
Nome científico: Melaleuca alternifolia
Origem: Apesar de nativa da Austrália, a melaleuca é amplamente cultivada no Brasil, especialmente em regiões tropicais.
Utilidades principais: Antisséptica, antifúngica, cicatrizante.
Visão científica: Estudos comprovam a eficácia do óleo essencial contra fungos, bactérias e inflamações de pele.
Sabedoria tradicional: Benzedeiras usam a melaleuca em banhos de descarrego, para afastar “mau-olhado” e limpar feridas.
Formatos de uso: Óleo essencial (uso tópico), cremes cicatrizantes, xampus antifúngicos.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Melaleuca
8. Uxi-amarelo
Nome científico: Endopleura uchi
Origem: Amazônia.
Utilidades principais: Anti-inflamatório uterino, usado para miomas, ovários policísticos.
Visão científica: Compostos fenólicos com ação antioxidante e fitoestrogênica.
Sabedoria tradicional: As parteiras amazônicas recomendam como chá para “limpeza do útero”.
Formatos de uso: Chá da casca, cápsulas, extrato fitoterápico.
https://images.app.goo.gl/c4CrUuMWgzyp33ke8
9. Assa-peixe
Nome científico: Vernonia polysphaera
Origem: Cerrado e Sudeste brasileiro.
Utilidades principais: Expectorante, alívio de bronquite e tosse.
Visão científica: Efeito mucolítico comprovado por estudos de farmacobotânica.
Sabedoria tradicional: Usado em defumações para limpar o peito e em chá quente com mel.
Formatos de uso: Chá, xaropes naturais, banhos vaporizados.
https://images.app.goo.gl/c4CrUuMWgzyp33ke8
10. Guaco
Nome científico: Mikania glomerata
Origem: Mata Atlântica e Cerrado.
Utilidades principais: Broncodilatador, expectorante e anti-inflamatório.
Visão científica: Presença de cumarina, substância com ação respiratória e vascular.
Sabedoria tradicional: Usado em banhos de vapor e unguentos caseiros para dor no peito e febre.
Formatos de uso: Chá, xarope, extrato alcoólico, pomadas.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Guaco
Considerações Finais:
A medicina da floresta é vasta, potente e milenar.
Entre ciência e tradição, o que nos cura é o respeito ao saber da terra.
Muitas dessas plantas têm sido estudadas em universidades e centros de pesquisa, mas também continuam sendo passadas de geração em geração por parteiras, raizeiros e benzedeiras que honram a natureza como farmácia sagrada.
