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10 Plantas Nativas Brasileiras que Curam Corpo e Espírito 🌿

Descubra a potência da natureza brasileira para a saúde do corpo, da mente e da alma.

Eu sou curioso por natureza e venho acompanhando muito os trabalhos informais de muitos profissionais ligados a saúde, benzedeiras, terapeutas, enfermeiros, médicos, integrativos. 

Alguns nomes de plantas começam a aparecer com mais frequência e são sempre relacionados aos benefícios trazidos. Muitos deles povoam a mídia, pois se tornaram populares. ,

Por isso, pedi ao chatgpt que nos trouxesse alguns dados dessas plantas, tanto da utilidade comprovada pela ciência, quanto pelo lado mais ligado a povos originários e benzimentos, espero que gostem.

A ideia é trazer num texto, a título de curiosidade, o conhecimento científico e o informal juntos.

A cada planta traremos uma reportagem falando de suas propriedades!

1. Jambu

Nome científico: Acmella oleracea

Origem: Amazônia.

Utilidades principais: Anestésico natural e afrodisíaco.

Visão científica: Contém espilantol, substância que age como analgésico local e relaxante muscular.

Sabedoria tradicional: Usado por parteiras em banhos pós-parto e por curadores para aliviar dores de dente.

Formatos de uso: Tintura, óleo, extrato, pastas bucais.

2. Cupuaçu

Nome científico: Theobroma grandiflorum

Origem: Floresta Amazônica.

Utilidades principais: Hidratante natural, antioxidante, energético suave.

Visão científica: Rico em polifenóis e vitaminas, o cupuaçu melhora a elasticidade da pele e combate o envelhecimento precoce.

Sabedoria tradicional: Povos amazônicos usam a polpa em máscaras corporais, e o óleo da semente como pomada cicatrizante.

Formatos de uso: Cremes, manteiga vegetal, sucos energéticos, sabonetes artesanais.

https://www.estadao.com.br/paladar/cupuacu-fruta-prima-do-cacau-que-contem-diversos-beneficios

3. Baru

Nome científico: Dipteryx alata

Origem: Cerrado brasileiro.

Utilidades principais: Fonte de proteína, ômega 9 e antioxidantes.

Visão científica: Ajuda a reduzir o colesterol e a prevenir doenças cardiovasculares.

Sabedoria tradicional: Usado por curandeiros do cerrado em pó de semente misturado com mel para força e libido.

Formatos de uso: Farinha da castanha, óleo prensado, comprimidos de suplemento.

Castanha baru o que é

https://saude.abril.com.br/alimentacao/castanha-de-baru-saiba-por-que-ela-e-sua-aliada-na-reducao-do-colesterol

4. Ora-pro-nóbis

Nome científico: Pereskia aculeata

Origem: Minas Gerais e regiões de Mata Atlântica.

Utilidades principais: Alta fonte de proteína vegetal, rica em fibras e ferro.

Visão científica: Auxilia na digestão, na imunidade e na prevenção da anemia.

Sabedoria tradicional: Benzedeiras usam a planta em ensopados medicinais, e folhas frescas em compressas para feridas.

Formatos de uso: Folha in natura, desidratada, farinha proteica.

Originária das regiões tropicais das Américas, a ora-pro-nóbis tem sido utilizada há séculos

Foto: Mirian Goulart Nogueira | Shutterstock / Portal EdiCase

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/o-que-e-ora-pro-nobis-e-para-que-serve,fef3c4befa9000c0402b1136327e1df7s68yb405.html

5. Aroeira (pimenta-rosa)

Nome científico: Schinus terebinthifolius

Origem: Mata Atlântica.

Utilidades principais: Antibiótica, anti-inflamatória e cicatrizante.

Visão científica: Estudada por sua ação contra Staphylococcus aureus e outras bactérias resistentes.

Sabedoria tradicional: Utilizada em banhos de purificação e compressas ginecológicas pelas parteiras.

Formatos de uso: Chá das folhas, óleo da casca, pomadas naturais.

Schinus terebinthifolius

https://pt.wikipedia.org/wiki/Aroeira

6. Unha-de-gato

Nome científico: Uncaria tomentosa

Origem: Amazônia e regiões tropicais do Brasil.

Utilidades principais: Imunoestimulante e anti-inflamatória.

Visão científica: Pesquisada por sua atuação no tratamento de artrite, câncer e HIV.

Sabedoria tradicional: Usada por povos indígenas em decoctos de casca para fortalecer o “corpo espírito”.

Formatos de uso: Chá, cápsulas concentradas, extrato fitoterápico.

https://g1.globo.com/pa/santarem-regiao/noticia/2024/03/26/laboratorio-da-ufopa-busca-parcerias-para-evitar-extincao-de-especie-conhecida-como-unha-de-gato.ghtml

7. Melaleuca (Tea Tree)

Nome científico: Melaleuca alternifolia

Origem: Apesar de nativa da Austrália, a melaleuca é amplamente cultivada no Brasil, especialmente em regiões tropicais.

Utilidades principais: Antisséptica, antifúngica, cicatrizante.

Visão científica: Estudos comprovam a eficácia do óleo essencial contra fungos, bactérias e inflamações de pele.

Sabedoria tradicional: Benzedeiras usam a melaleuca em banhos de descarrego, para afastar “mau-olhado” e limpar feridas.

Formatos de uso: Óleo essencial (uso tópico), cremes cicatrizantes, xampus antifúngicos.

Melaleuca lanceolata

https://pt.wikipedia.org/wiki/Melaleuca

8. Uxi-amarelo

Nome científico: Endopleura uchi

Origem: Amazônia.

Utilidades principais: Anti-inflamatório uterino, usado para miomas, ovários policísticos.

Visão científica: Compostos fenólicos com ação antioxidante e fitoestrogênica.

Sabedoria tradicional: As parteiras amazônicas recomendam como chá para “limpeza do útero”.

Formatos de uso: Chá da casca, cápsulas, extrato fitoterápico.

Autor da Própria Saúde - Uxi Amarelo [Mioma, diabetes, obesidade,  candidíase]

https://images.app.goo.gl/c4CrUuMWgzyp33ke8

9. Assa-peixe

Nome científico: Vernonia polysphaera

Origem: Cerrado e Sudeste brasileiro.

Utilidades principais: Expectorante, alívio de bronquite e tosse.

Visão científica: Efeito mucolítico comprovado por estudos de farmacobotânica.

Sabedoria tradicional: Usado em defumações para limpar o peito e em chá quente com mel.

Formatos de uso: Chá, xaropes naturais, banhos vaporizados.

Imagem ilustrativa número 4

https://images.app.goo.gl/c4CrUuMWgzyp33ke8

10. Guaco

Nome científico: Mikania glomerata

Origem: Mata Atlântica e Cerrado.

Utilidades principais: Broncodilatador, expectorante e anti-inflamatório.

Visão científica: Presença de cumarina, substância com ação respiratória e vascular.

Sabedoria tradicional: Usado em banhos de vapor e unguentos caseiros para dor no peito e febre.

Formatos de uso: Chá, xarope, extrato alcoólico, pomadas.

Mikania glomerata

https://pt.wikipedia.org/wiki/Guaco

Considerações Finais:

A medicina da floresta é vasta, potente e milenar. 

Entre ciência e tradição, o que nos cura é o respeito ao saber da terra. 

Muitas dessas plantas têm sido estudadas em universidades e centros de pesquisa, mas também continuam sendo passadas de geração em geração por parteiras, raizeiros e benzedeiras que honram a natureza como farmácia sagrada.