
Sidarta Gautama falava que aquele que age com o pensamento puro, a felicidade o acompanha, como uma sombra.
A felicidade tem a ver com o caminhar como ser humano.
Caminhando, passo a passo, com atos de valor, com o objetivo de corresponder ao que a natureza espera de nós é cumprir o papel de seres humanos no mundo.
Immanuel Kant dizia que, a ética não tem como fim a felicidade e sim como consequência. Se nossas ações fossem elevadas, garantindo uma melhora de vida para nós e a todos a nossa volta, acredito que seria digno de promover a felicidade.
Portanto, é um sentimento a ser cultivado.
E da mesma forma que tudo o que é cultivado externamente a nós, ela não pode ser comprada nem imposta.
Claro que você pode comprar uma planta, mas vai precisar cuidar dela para que dê flores ou frutos.
Assim como é preciso cuidar com espontaneidade de uma amizade, de um amor.
A verdadeira Felicidade não é algo que se adquiri e sim algo que precisa ser cultivado.
Percebo a felicidade como um estado de presença, onde as circunstâncias e os valores serão os fatores essenciais para que ela surja.
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Pequenos momentos podem ser de grande relevância, quando falamos de felicidade genuína.
Ela pode ser perene, a partir do momento que condicionamos nossa experiência de vida, como algo primordial para a qualidade dessa existência.
Ao conectar com valores e crenças que possibilitem valorizar o que é belo, bom e verdadeiro, de acordo com a nossa forma de ver a vida.
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A felicidade nasce, se alimenta e se desenvolve por ações de cuidados, dedicação, ternura, compreensão, em relação a tudo e todos que nos cercam, e sobretudo, em relação a nós mesmos.
A realidade nos permite fazer escolhas para assimilá-la e quando temos uma lente que seleciona nosso foco, tudo se torna mais leve.
Caminhar com a felicidade é escolher um caminho mais acessível, de se viver bem, com você e com todos.
