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O Diabo Veste Prada 2

O Diabo Veste Prada está de volta. E você? O que escolhe vestir todos os dias?

Antes de qualquer coisa, preciso falar sobre o que mais amei: a moda.

Na minha visão, ela é a grande protagonista, começando pelo título e se revelando em cada cena. Vibrei com cada look e com cada detalhe que consegui visualizar ao fundo do set.

Mas, para além da estética, o que realmente me encantou foi o amadurecimento dos personagens.

Vinte anos constroem muita história; cada um desenvolveu sua carreira e sua liderança à sua maneira, adaptando-se às novas realidades. Afinal, na moda e na vida, tudo muda o tempo todo.

Miranda, Emily e Andy

Miranda Priestly já tem seu estilo consolidado desde o primeiro filme. Emily também. Mas é Andy quem tem a história mais fascinante para contar através do refinamento do seu estilo.

Sua jornada vai do famoso suéter azul cerúleo às botas Chanel e peças de alta costura. Ao final do primeiro filme, ela percebe que é possível unir o melhor dos dois mundos.

E esse “melhor” reside na intenção. Andy aprendeu a escolher o que faz sentido para ela, mesmo que isso signifique abrir mão das botas de grife em certos momentos.

Ela deixa isso claro nesta sequência: ela valoriza uma modelagem impecável e conhece os “truques” que aprendeu na Runway, mas agora ela caminha por aqueles corredores vestida de si mesma.

Para mim, esse é o ponto alto: ver personagens vivendo a maturidade e a ascensão de suas carreiras, mas, acima de tudo, vestidas de suas próprias verdades.

O Diabo Veste Prada. E você, o que escolhe vestir todos os dias?

Eu escolho estar vestida de mim mesma — com ou sem Prada. E o meu trabalho é garantir que você também possa fazer essa escolha todos os dias.

Luciana Ferraz

Consultora de Imagem Profissional -Método Vista-se de Você