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10 empresas no Brasil com projetos de sustentabilidade que geram resultado

Assinar compromissos é simples; difícil é mudar processos, medir impacto e escalar solução

Selecionei 10 companhias de setores diferentes que vêm tirando ESG do discurso e levando para a operação, água, energia, embalagem, bioeconomia, construção, aço, papel e celulose, aviação e infraestrutura elétrica. 

O objetivo aqui é inspirar decisões práticas.

Para criar esse texto tive o apoio do ChatGPT, mas foram construídos critérios bem definidos: 

  • Informações seguras e auditáveis, 
  • Priorizar empresas de grande porte que usam sua imagem para influenciar positivamente a opinião pública e que já exportam suas soluções para o mercado brasileiro e internacional.

Por quê estas 10? Quais os critérios?

Escolhi empresas com base na Diversidade setorial, com intenção de mostrar que o esforço está em todas as áreas!

  • cosméticos, 
  • bebidas, 
  • bioenergia, 
  • aeroespacial, 
  • utilities, 
  • eletrointensivos, 
  • florestal, 
  • construção e
  • embalagens.

É fundamental escolher com provas de escala e mensuração. Todas as escolhidas possuem projetos com dados públicos e relatórios alinhados a padrões globais (GRI/TCFD/SASB). 

Sugiro, inclusive, algumas leituras rápidas para aprofundar.

  • Relatórios anuais/ESG: Natura, Ambev, Suzano, Neoenergia, WEG, CPFL, MRV&CO.
  • Bioeconomia e combustível do futuro: Raízen (E2G) e agenda de SAF.

Imagem e Propaganda

Empresas precisam mudar percepções — e todas as marcas selecionadas assumiram publicamente o compromisso com a sustentabilidade.

Incluímos vídeos de cada uma se posicionando, porque uma das maiores dificuldades hoje, é transformar mentalidades.

É essencial que todos compreendam a importância de energia limpa, reciclagem e mudanças climáticas. Quando grandes empresas se posicionam, amplificam a mensagem e agregam credibilidade à comunicação.

Com franqueza

Nem tudo são flores, setores como aço, aviação e agroenergia exigem vigilância contínua. 

O recado não é “perfeição”, e sim trajetória, governança e investimento consistente.

Num mundo tecnológico, a transparência importa, pois projetos escaláveis sempre deixam rastro de dados verificáveis. 

Um relatório não precisa ser “bonito”, precisa ser auditável! 

Nosso país tem vantagem natural e industrial:

  • nossas florestas plantadas são competitivas, 
  • nossa matriz elétrica é mais limpa que a média e
  • nossa indústria exporta tecnologia de eficiência. 

Se conectarmos isso a financiamento verde e inovação, o protagonismo fica inevitável.

Natura Embalagens reutilizáveis e descarbonização na prática.

Pioneira em refis desde 1983, a marca mostra que design também é política ambiental: os refis ajudam a evitar milhares de toneladas de plástico e CO por ano e reduzir resíduos pós-consumo. 

O programa de Carbono Neutro da companhia, ainda soma, compensações e conservação florestal na Amazônia, dentro de uma abordagem de ciclo de vida. 

https://unfccc.int/climate-action/momentum-for-change/climate-neutral-now/natura

Ambev Água, energia renovável e circularidade.

Com operações diretas no Brasil, abastecidas 100% por eletricidade de fonte renovável, a Ambev vem combinando eficiência hídrica, agricultura sustentável e iniciativas de economia circular (vidro retornável, logística reversa). 

É um caso robusto de metas claras por unidade fabril e indicadores públicos. 

Raízen Etanol de 2ª geração (E2G) e biogás em escala.

A companhia está escalando E2G (etanol celulósico a partir do bagaço/palha), tecnologia relevante para descarbonizar setores difíceis de abater

Em 2024, inaugurou a maior planta de E2G do mundo e projeta um pipeline de múltiplas unidades para ampliar oferta e impacto. 

Embraer / Eve Aviação sustentável (SAF e mobilidade aérea elétrica).

Na aviação, a transição passa por SAF e novas arquiteturas. 

A Eve (Embraer) avança no desenvolvimento de aeronaves eVTOL elétricas e captações para produção no Brasil, conectando inovação, indústria e metas setoriais de descarbonização. 

O avanço regulatório (“Combustível do Futuro”) e financiamentos reforçam a agenda. Reuters+2Embraer+2

Neoenergia Expansão de eólicas/solares e transparência ESG.

Com portfólio crescente de renováveis e relatórios anuais alinhados a GRI, SASB e TCFD, a empresa vem ampliando ativos de geração limpa, redes inteligentes e projetos sociais vinculados à transição energética — com dados comparáveis e auditáveis. 

WEG Tecnologia brasileira para a transição.

Mais que metas internas, a WEG habilita clientes a reduzir emissões com motores de alta eficiência, eletrificação e soluções para geração renovável

O Relato Integrado mais recente consolida avanços de 2024 e a tese de “sustentabilidade via produto”. WEG+1

Gerdau Aço com sucata, energia renovável e autogeração.

Aço é essencial na economia, e o caminho é reduzir intensidade de carbono. 

A Gerdau aumenta o uso de sucata (ciclo elétrico) e contratos de autogeração renovável para as usinas no Brasil, reduzindo pegada de carbono do aço produzido. 

Gerdau+1

Suzano Metas climáticas, inovação em biomateriais e liderança em rating.

A fabricante de celulose e papéis opera com florestas plantadas e metas públicas para clima, biodiversidade e social. 

Em 2024, manteve posição de destaque em EcoVadis e consolidou avanços de descarbonização no relatório de sustentabilidade (ano-base 2024). 

Central de Sustentabilidade Suzano+1

MRV&CO Construção com selo e educação para sustentabilidade.

Habitação acessível com padrões ESG: portfólio com certificações (ex.: Casa Azul e outras), iniciativas de eficiência hídrica/energética e uma curiosidade útil: abriram o RAS 2024 em formato interativo/IA para facilitar a leitura de metas e dados, bom exemplo de transparência aplicada

Hoje Mais+2MRV+2

Tetra Pak Circularidade de caixinhas longa vida em escala industrial.

A Tetra Pak vem puxando a cadeia de reciclagem das embalagens cartonadas no Brasil com investimentos consistentes, apoio a cooperativas de catadores e parcerias tecnológicas para valorizar todos os componentes da caixinha (fibras e polialumínio). 

Em 2024, a operação brasileira investiu R$ 26,2 milhões em sustentabilidade (↑31% vs. 2023), incluindo fortalecimento da coleta, educação ambiental e melhorias ambientais nas fábricas. 

A empresa também apoia soluções para separar 100% do alumínio e do plástico de multimateriais, ampliando o reaproveitamento e a economia circular; não por acaso, sua atuação no Brasil é citada como modelo global no relatório de 2024.