
E, então, no vale das sombras, já não tão escuros como outrora foram…
Olho hoje, com a iluminação parcial, sem a imersão inconsciente
De tempos passados, recentes e imaturos…
Agora, com a tentativa de imersão consciente, retirando a mente
O que consigo ver agora?
Na verdade, o que eu quero ver?
Não tenho, de forma alguma, todas as respostas, nem as quero!
É tempo de meditação, assim é o que espero, almejo e busco.
A sensação é que enfim a Nova Era chegou.
A cada dia, solstício, Lammas, penso com mais confiança
Que o tempo chega para cada individualidade
Quando estamos prontos, Ela é revelada
Ela, a Nova Era, e assim nos nutre de esperança
Então, estaria a Nova Era sempre ali?
Apenas aguardando o nosso despertar?
Nos provocando com as sincronicidades?
Aguçando nossa intuição com tamanha intensidade?
Talvez, são os mistérios do oculto
Que por vezes se revelam, se desvelam
E, nos colocam em posição de espera,
Sim, é Ela, a Nova Era.
Notas sobre o texto “Nova Era”:
Nesse texto invoco algumas percepções do que penso ser a Nova Era, um momento em que algo na humanidade está mudando e se desvelando aos mais atentos, ou conscientes ou despertos, ou como quiserem chamar.
Não, porque são iluminados, talvez seja exatamente o contrário, não há como saber, pois temos mais mistérios entre o céu e a terra (parafraseando Shakespeare) não é mesmo?
Mas de alguma maneira, alguns percebem e outros parecem estar em um mar de ignorância, o que por vezes desejo a mim.
Em uma tentativa de escrever sobre como tem sido minha experiência com essas percepções, nasceu o texto ‘Nova Era’.
