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Espiritualidade

Como entender e vivenciar

Começamos uma jornada ao nascermos neste “lindo planeta azul”, nossa Mãe Terra. 

E por que chamamos assim? Seria porque todo nosso corpo físico é composto pelo que ela nos oferece; tanto assim que temos uma afirmativa, bem conhecida: “do pó vieste e a ele retornarás”. 

Sim, ela nos alimenta e nos empresta seus elementos, elementais, nos constitui pelos reinos mineral, vegetal e animal e nos categoriza como hominal. 

E quando crescemos, independente da etnia, do espaço geográfico, dos costumes e crenças, somos todos iguais e isto é claro como um cristal, pois ao nascer e ao morrer o desconhecido é igual. 

O que nos reserva esta passagem por aqui ou a nossa partida (chegada em outro local) é o que intriga todo Ser.

Estudando os povos que nos antecederam nesta busca por compreensão e sabedoria, vamos nos deparar com os mesmos questionamentos. 

É bem conhecido o enigma da Esfinge, que determina:

“Decifra-me ou devoro-te”. 

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E como lidar com tantas perguntas e dúvidas que acompanham a humanidade neste seu caminhar evolutivo?

A riqueza contida na palavra conhecimento, busca da sabedoria, compreensão da questão espaço/tempo; responder ao questionamento: 

“de onde eu vim, quem sou e para onde vou?”

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Conduzem desde há muito tempo os maiores e menores pensadores. 

Teorias, premissas, religiões, ciência; enfim, toda a inteligência, pesquisas, estudos e equipamentos valem o esforço para compreender a Vida, nossa existência e os objetivos de tudo isso. 

Quem está por trás desse teatro onde, querendo ou não, sabendo ou não, somos os atores? 

Quem criou os cenários, escreveu os roteiros e assiste ao espetáculo? E por quê ou para que?

Ah! Como a Vida é bela! 

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Quanto mais estudo, mais compreendo, também chego à frase de Sócrates por Platão

“só sei que nada sei”,

que encerra, em verdade, a imensa capacidade de sempre haver espaço para novos conceitos e descobertas. Como somos os produtores e os herdeiros dessa busca, nenhum bloqueio ou amarra deve cercear esta jornada.

Penso que na origem das coisas está o conhecimento; houve um princípio e tudo recebeu um nome, um só. E, desde então, independente da linguagem, estes nomes construíram o mundo que conhecemos. 

A Sabedoria das Idades, aquela que veio sendo transmitida de boca a ouvido, por símbolos e mitos, fez com que nada se perdesse; no entanto, há um longo caminhar da humanidade.

Podemos ficar intrigados ao entrar em contato com vertentes tão distintas sobre todos esses assuntos ou enigmas. 

As religiões (acreditando na existência de um Deus ou mais), o Não-teísmo, que trabalha melhor com a ideia da espiritualidade, onde estão as religiões orientais, o ateísmo, o agnosticismo; e, por fim, ou por agora, a ciência como uma chave do conhecimento que precisa provar a origem das coisas e sua existência sem a presença de alguém que tudo criou.

Neste momento, faço uma pausa para compreendermos que a própria ciência, em certos pontos, não tem descartado a existência de algo que não se explica, está acima do Big-Bang, que foi anunciado em 1948, por um cientista russo, naturalizado estadunidense, George Gamow e o padre belga Georges Lemaître. Segundo eles, o universo teria surgido após uma grande explosão cósmica, entre 10 e 20 bilhões de anos atrás. 

O que nos move então na descoberta de nós mesmos? 

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A humanidade enquanto espécie, com seus pensamentos e ações, vem construindo sua trajetória evolutiva. E cabe aqui dizer que tanto todas as formas já mencionadas se refletem dentro de cada um de nós com as suas roupagens, de certa forma, próprias. 

Quando todas as inquietações, buscas, dúvidas e estudos determinaram um momento preciso dentro de mim, encontrei as respostas na chamada Ciência das Idades, em nossa época atual apresentada pela Sociedade Brasileira de Eubiose

Um colégio Iniciático ao qual estou ligada e onde desenvolvo meus estudos e minha jornada.

Espaço sem limites

Existe toda uma simbologia que se inicia no Espaço sem Limites, que ao se manifestar é TRINO (Vontade/Amor-Sabedoria/Atividade ou várias formas conhecidas como: Pai/Mãe/Filho; Osiris /Ísis/Hórus) e se manifesta através do SETENÁRIO que a tudo abarca, como expressão do ESPAÇO COM LIMITES; ou seja tudo que conhecemos como expressão e manifestação do 7 (Lira das 7 cortas, 7 notas musicais, 7 cores primordiais do arco-íris, 7 dias da Criação, 7 Arcanjos (Mikael, Gabriel, Samael, Rafael, Saquiel, Anael e Cassiel), 7 dias da semana (Dia do Sol, dia da Lua, dia de Marte, dia de Mercúrio, dia de Júpter, dia de Vênus e dia de Saturno), 7 orifícios da cabeça humana; e assim passaríamos tempo descrevendo tudo aquilo que sintetiza uma expressão numérica de UNO-TRINO-SETUPLO, ou 137 ou a LEI.

Quando usamos anteriormente a expressão do conhecimento passado de boca a ouvido ou da linguagem simbólica e também numérica, estas são as formas de não se perder e nem deturpar os ensinamentos; pois, para acessá-lo existem as chaves do conhecimento. 

Para encontrá-las, necessário se faz estudar, pesquisar, meditar e ser um verdadeiro peregrino na vida, aquele que busca pela vida encontrar os verdadeiros tesouros, que não tem nada a ver com Midas; mas sim o seu EU Interno, seu DEUS Interno, o equilíbrio entre Corpo, Alma e Espírito. 

Assim entendido como seu corpo físico e energético; seu corpo emocional e mental concreto; seu corpo mental abstrato, intuitivo e crístico ou átmico. 

Nesta jornada que empreendo, busquei por formação e profissão a arquitetura e o urbanismo; assim como, por forma de expressão mais profunda, me dediquei à pintura a óleo e a escrita. 

Todas as manifestações são reflexos de uma busca, de um compromisso pessoal e coletivo e uma forma de expressar o que de mais abstrato ou intuitivo possa aflorar; escrever é trazer a público o acesso que todos temos aos registros da humanidade como exemplos de amor, fraternidade, evolução, criatividade e tudo aquilo que possa representar o Bem, o Bom e o Belo que o homem busca realizar nesta eterna peregrinação. 

O que Ele busca? 

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Como dissemos no começo, responder às suas inquietações, quer vivenciar suas verdades interiores e quer se sentir integrado a um destino ou missão que lhe dá o verdadeiro motivo de existir e jamais se contentar com a frase “do pó vieste e ao pó retornarás”, como sendo este o início e fim do que? 

Quais seus legados, qual sua ligação de ancestralidade e de descendências? 

Enfim, quer ser a experiência do “UM POR TODOS E TODOS PELO UM”.