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Não basta ser, você tem que parecer.

Alguns exemplos da diferença entre o que pensamos e o que nossa aparência e comportamento transmitem aos outros!

Você sabe o que é posicionamento profissional? 

É a forma como você se apresenta, se comunica e se relaciona com os outros no ambiente de trabalho. 

A imagem que você transmite sobre suas competências, habilidades e valores. É o que faz as pessoas confiarem em você e quererem fazer negócios com você.

Mas como construir um bom posicionamento profissional? 

Como fazer com que as pessoas reconheçam o seu valor e o seu diferencial? Como evitar que elas tenham dúvidas sobre a sua capacidade e precisem pedir referências a terceiros?

Para responder a essas perguntas, eu vou contar três histórias reais que ilustram como o posicionamento profissional pode influenciar nos resultados da sua carreira. Vamos lá?

História 1: O especialista em marketing digital

Sr. X é especialista em marketing digital e trabalha como consultor freelancer. 

Possui um vasto conhecimento sobre: 

  • Estratégias de SEO, 
  • Mídias sociais, 
  • E-mail marketing, 
  • Inbound marketing, 
  • Entre outras ferramentas para atrair e converter clientes na internet.

Ele foi convidado para participar de um evento de networking online, onde teria a oportunidade de se apresentar para potenciais clientes e parceiros. 

Preparou um pitch elevador de 30 segundos, onde falou sobre: 

  • Sua formação, 
  • Sua experiência e 
  • Seus cases de sucesso.

Ele achou que tinha feito uma boa apresentação, mas ficou surpreso quando percebeu que um dos participantes do evento, após pedir o seu cartão de visitas, perguntou a outro colega se conhecia o trabalho do consultor e se ele era bom mesmo.

Sr. X ficou chateado com essa atitude. 

Ele pensou: “Como assim? 

Eu não mostrei tudo o que eu sei? 

Eu não provei que eu sou um ótimo profissional? 

Por que ele precisa perguntar para outra pessoa?”

O que aconteceu, nesse caso, foi que o Sr. X não conseguiu transmitir confiança e credibilidade no seu pitch. 

Ele focou muito nos seus dados pessoais e resultados, mas esqueceu de mostrar como poderia ajudar os clientes a resolverem seus problemas e alcançarem seus objetivos.

Infelizmente ele:

  • Não demonstrou entusiasmo e paixão pelo que faz. 
  • Fez tudo de forma monótona e sem emoção
  • Não criou uma conexão com o público
  • Não gerou empatia e simpatia.

O resultado foi, que o seu potencial cliente ficou com dúvidas sobre a sua competência e precisou buscar uma validação externa. 

Ele não se sentiu seguro em contratar o Sr. X, sem antes ouvir uma opinião de alguém que já conhecia o seu trabalho.

História 2: A Coach de carreira

Srta. Y é Coach de carreira, logo ajuda as pessoas a encontrarem o seu propósito, a definirem os seus objetivos e a traçarem um plano de ação para alcançá-los. 

Tem uma formação sólida em Psicologia, Coaching e PNL, inclusive, que contém vários depoimentos de clientes, satisfeitos e transformados pelo seu trabalho.

Foi convidada para dar uma palestra em um evento sobre desenvolvimento pessoal e profissional. 

Ela preparou um conteúdo muito rico e relevante, onde falava sobre a importância de ter clareza sobre seus objetivos, sobre autoconhecimento, sobre ter mentalidade positiva, ter foco e disciplina, entre outras dicas.

Achou que tinha feito uma excelente palestra, mas ninguém se aproximou dela depois do evento para pedir o seu contato ou contratou o seu serviço. 

Ela viu que as pessoas elogiaram o seu conteúdo, mas não se sentiram motivadas a agir.

Srta. Y ficou frustrada com essa situação. 

Pensou: “Como assim? Eu não entreguei um conteúdo de qualidade? 

Eu não mostrei minha competência? Por que ninguém se interessou pelo meu serviço?”

  • Srta. Y não conseguiu gerar interesse e desejo no público
  • Ela focou muito no seu conteúdo teórico e nos seus conceitos. 
  • Esqueceu de demonstrar empatia e sensibilidade, transmitindo um ar de superioridade e inacessibilidade. 
  • Assustou as pessoas ao invés de atrair. 
  • Não mostrou os benefícios e as vantagens de contratar o seu serviço.

O resultado foi que o  público não se sentiu atraído pelo trabalho da Srta, Y e precisariam de outras provas de que ela poderia realmente ajudá-los.

História 3: O designer gráfico

Sr. Z é um designer gráfico que cria logos, flyers, banners, cartões de visita, entre outros materiais gráficos para empresas e profissionais liberais. Profissional com talento incrível para criar designs criativos, modernos e impactantes, seu portfólio impressiona, com vários trabalhos realizados para clientes de diversos segmentos.

Ele foi convidado para participar de uma feira de negócios, onde teria a chance de expor o seu trabalho e captar novos clientes. 

Preparou um stand com vários exemplos dos seus materiais gráficos, além de um banner com o seu nome, slogan e contato. Ficou sentado o tempo todo da exposição, porque achou que seus trabalhos falariam por si.

Mas, ninguém se aproximou para pedir um orçamento ou, para encomendar um serviço, mesmo admirando seu trabalho! 

Ficou indignado!

Ele pensou: “Como assim? Eu não mostrei o meu talento? 

Eu não mostrei minha diferenciação e qualidade? Por que não vendi nada?”

Sr. Z não conseguiu gerar diferenciação no seu mercado. Tecnicamente perfeito, mas não se comunicava com as necessidades dos outros.

Como ele se apresentou, era apenas mais um. dentro do padrão, infelizmente sua solução não traduzia suas habilidades e competências.

Logo, o mercado ficou com dúvidas sobre o seu valor!

As pessoas não ficaram tentadas a comprar!